quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Joias da realeza na La Gemme

Um colar de imperatriz (do qual só se encontra um único similar no Museu Imperial de Petrópolis) e um broche assinado pelos lendários joalheiros dos Reis de Espanha, Masriera & Carreras, estão entre as peças raras que compõe a coleção da LA GEMME. E mais: algumas joias oferecidas pela LA GEMME são citadas em livros de arte e de pesquisas históricas. Mas todo nosso acervo disponibilizado aos clientes é formado por joias com acabamento refinado e assinatura das grandes grifes joalheiras do mundo (ou de ourives fora de série, embora incógnitos) confeccionadas de forma sempre requintada, e finamente elaboradas . Peças únicas e exclusivas, como cada cliente é para nós: único e exclusivo.

Colar Imperial

Clique para aumentar

Inacreditável exemplar da joalheria usada pela alta nobreza brasileira no tempo do Império, vale a pena passar na LA GEMME para conhecer um colar que chamamos, carinhosamente, “ da Imperatriz” uma vez que só existe similar no Museu Imperial de Petrópolis. Confeccionado em ouro, rubis e diamantes, o colar apresenta 19 aros (em formato de “bola” vazado) em filigrana representando as 19 províncias do Brasil imperial e é adornado com folhas de tabaco e café em ouro maciço, ostentando os produtos identificados com o poderio econômico do Brasil de então. A linda peça é centralizada por uma coroa imperial, trabalhada em ouro, rubis e diamantes. De valor histórico inestimável, o colar despertou o interesse de pesquisadores e historiadores.

MASRIERA & CARRERAS, a arte avant-garde espanhola


O ano de 1890 foi marcado por um “renascimento” em Barcelona, cidade espanhola que se tornou um centro de arte avant-garde, com sua própria interpretação da Art Noveau transformada em Modernismo. Por essa época, um joalheiro chamado Lluis Masriera, representando a terceira geração de uma família de joalheiros – seu avô Josep fundou a Casa Masriera - brilhava com seu talento e criatividade inigualáveis.

O estilo Masriera repercutiu em todo o mundo (especialmente na Amércia do Sul) e, em 1906, ele recebeu a encomenda de confeccionar uma tiara para a Rainha Victoria, peça que é considerada até hoje uma tradução sem igual da Art Noveau espanhola. Em 1915, Lluis Masriera somou forças com a mais antiga família de joalheiros da Espanha, os Carreras. Da segunda metade do século XX aos nossos dias a joalheria passou a chamar-se Masriera & Carreras e continua a criar joias para os reis da Espanha. A Rainha Sofia é uma das suas maiores entusiastas e colecionadora.

A LA GEMME recém adquiriu um broche desses lendários joalheiros. Aguardamos você para verificar toda a sua beleza bem de perto!

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Palavras de Luca Rossi - Mantendo a tradição




"Para salvaguardar nossos queridos Clientes e Amigos que, inadvertidamente, poderiam entrar numa loja que não a LA GEMME, ou que quisessem falar comigo e não me encontrassem mais, recusei uma oferta para "passar o ponto" na Avenida Atlântica para uma outra empresa com atividade similar, preferindo apenas "entregar as chaves". Como vocês sabem, a LA GEMME estava estabelecida naquele local há 14 anos. Agora estamos de casa nova (e que continua a ser a única filial da LA GEMME no mundo), no coração de Ipanema, no glamuroso Top Center (esquina com a Rua Aníbal de Mendonça). E é lá que espero sua visita muito em breve! Venha mesmo. Conhecer a nova loja La Gemme, tomar um café e conhecer nossas coleções de joias exclusivas e raras. Vai encontrar o mesmo atendimento sério, idôneo, discreto e exclusivo. Garanto. Tchim tchim!" (Luca Rossi)




NOVO ENDEREÇO DA LA GEMME
Anote, por favor, o novo endereço da LA GEMME:
Rua Visconde de Pirajá, 550 - loja 223 (segundo piso)
Telefone: (0xx21) 2541-3192
www.lagemme.com.br
lagemme.blospot.com
www.Facebook.com/LAGEMME

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

EXTRA: La Gemme já está em Ipanema



Olá Amigos e Clientes. Já estamos  funcionando em nossa nova (e única) loja  no Rio de Janeiro. Anotem o endereço e o telefone para agendar uma visita ou apenas  tomar um café e conhecer a loja e o nosso incrível acervo de jóias antigas e contemporâneas. Você merece adquirir uma peça exclusiva

LA GEMME
Av. Visconde de Pirajá, 550 / loja 223 - 2º piso do TOP CENTER
(esquina com Aníbal de Mendonça) - Telefone: (21) 2541-3192


Nós aqui da LA GEMME estamos felizes. Afinal nossa localização é onde bate o coração do "Quadrilátero do Charme de Ipanema". Já estamos realizando avaliações (sempre de forma discreta, confidencial e gratuita) de jóias antigas, modernas e diamantes expressivos.

Não deixem de visitar e curtir nossa página no Facebook, nosso blog  (www.lagemme.blogspot.com) e o nosso site   (www.lagemme.com.br) .  


Caixinha em Prata de Lei



Caixinha em prata de lei, feita na Rússia em torno de 1915, sob a inspiração da escola Fabergé, adornada com trabalhos em relevo com motivos lúdicos (um anjo brincando com borboletas), salpicados por diamantes e outras pedras preciosas. O topo da tampa exibe um cisne estilizado feito em diamantes e uma pérola barroca natural que “desliza” sob um lago formado por uma água-marinha. Os “pés” são formados por quatro tartarugas. A caixinha russa foi adquirida pela La Gemme juntamente com um lote de peças Fabergé.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Bandeja em estilo Shibayama



Outra peça que mereceu (e merece) destaque apresentada no Salão de Arte de São Paulo: bandeja em estilo Shibayama, do período Meiji do Japão, toda em prata filigranada, com o centro em marfim e laca formando delicado desenho valorizado por pedras semipreciosas. Uma raridade!

Um pouco mais sobre a arte Shibayama

Originária do Japão do século XVIII (criado por Dosho Shibayama) Shibayama é um estilo de arte que se caracteriza pelo delicado trabalho exterior em filigrana de prata ou outro metal nobre e o interior trabalhado em laca e marfim, adornado de predas semipreciosas, tartaruga ou conchas. As peças decoradas nesse estilo abrangem peças de copos, vasos, caixas, bandejas a adorno de capa das espadas. Graças a delicada natureza de sua forma e sua fragilidade, as peças em estilo Shibayama intactas, representando o período Meiji, são muito valorizadas e disputadas por colecionadores. Como a rara bandeja do acervo da LA GEMME e que faz o encanto dos conhecedores como você !

Colar Imperial

Lucca Rossi ostentando a peça
Confiram a beleza do um jogo de colar e brincos que perteceu a alguma dama de alta linhagem da corte do período imperial do Brasil. Nos detalhes pode-se praticamente “ler” a força da economia do País naquele tempo: grãos de café, pedras preciosas (muitos diamantes) representando as províncias brasileiras e mais detalhes que você irá descobrindo ao pouco. Porque a LA GEMME tem orgulho em ter em seu acervo uma peça verdadeiramente rara.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Ecos do Salão de Arte


O estante de LA GEMME no Salão de Arte de São Paulo, em agosto último, foi um dos mais visitados do Setor Joalheria. Para você, dois destaques que apresentamos durante o evento: jogo de colar e brincos da época imperial brasileira e bandeja japonesa, em estilo Shibayama. E outras peças igualmente valiosas.



sexta-feira, 5 de outubro de 2012

De olho na mudança da La Gemme para Ipanema


Olá. Obra só se sabe quando começa, jamais quando acaba. Mas a da nossa nova loja no TOP CENTER, no coração do quadrilátero do charme de Ipanema, já está nos retoques finais para receber todos os amigos com uma taça de prossecco e muitas novidades. E em um ambiente charmoso, criado pela arquiteta paulista Fabíola Vidal. Portanto, fiquem de olho aqui no blog para a data de inauguração! Será uma alegria receber você na LA GEMME em Ipanema. Informações? Ligue (21) 2541-3192.

sábado, 8 de setembro de 2012

La Gemme agora no glamour de Ipanema


A La Gemme, após quase 15 anos na Avenida Atlântica, troca a orla pelo conhecido Quadrilátero do Charme de Ipanema: e eu, Luca Rossi, estou esperando você para brindarmos com taças de prosecco, a glamourosa mudança: A LA GEMME estará instalada, a partir de outubro no TOP CENTER, segundo piso, exatamente na esquina onde bate o coração do Quadrilátero: Rua Aníbal de Mendonça com Av. Visconde de Pirajá.


A loja está sendo projetada e ambientada pela arquiteta paulista, Fabíola Vida, reconhecida por seu bom gosto e requinte. No novo endereço, a LA GEMME oferecerá um acervo com joias contemporâneas, antigas e de grifes. Em Ipanema, prosseguimos também com a nossa tradição em avaliar e comercializar joias e diamantes. Tudo com muita discrição e elegância. Aguardo, com alegria, a sua visita!

O mapa do Quadrilátero do Charme

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Essa é para os gaúchos!



Olá amigo cliente gaúcho! Em agosto, sempre em parceria com a Casa Masson, estarei em Porto Alegre para a 29ª Avaliação Internacional de Jóias. La Gemme e Casa Masson optaram por realizar este evento (e os próximos) no Shopping Iguatemi (1º piso), uma vez que o local proporciona todas as vantagens de conforto, segurança e tranquilidade aos nossos clientes, possibilitando nosso já característico atendimento exclusivo e discreto. Na ocasião, realizarei avaliações sem custos para os interessados e pretendo comprar joias e diamantes.

Por favor, faça seu agendamento prévio pelo telefone (51) 3334-5353, a partir das 10h ou pelo email avaliacao@masson.com.br

Aguardamos você no Shopping Iguatemi!

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Pedras mais raras e exclusivas do mundo

Já ouviu falar em Painitie, Poudrette, Serendibite só para mencionar algumas? Pois bem são pedras preciosas raríssimas (uma das quais só tem um exemplar na face da Terra e está no Museu Smithsonian (Washington, D.C. - EUA) e algumas encontram-se em extinção. Vamos relacionar para você a história de cada pedra sem uma ordem em particular. Vou excluir as que não apresentam dureza suficiente para serem usadas, as que só foram encontradas por acaso e as sem real interesse. O preço de algumas são bem acessíveis, simplesmente por serem desconhecidas do grande público e gerarem pouquíssima demanda. Vamos lá !!! 

PAINITE



Até há alguns anos a PAINITE estava no Guiness Book of World Records como a mais rara gema mineral. Até 2005 só se conheciam 18 pedras, todas numeradas. A número cinco foi lapidada em formato oval pesando 2,54 quilates. O quilate chega a um preço inacreditável, embora uma pedra ótima tenha sido anunciada em revista especializada por apenas US$ 2,000 o quilate. De coloração de rosa a vermelho e marrom, do tipo pleochróico (apresenta vários matizes dependendo do ângulo que é observada) e uma fluorecência de um bonito verde sob ondas curtas UV (ultra violeta). Originária de Mokok e Kachin State em Myanmar (antiga Birmânia) a PAINITE foi nomeada em homenagem ao seu descobridor, o gemólogo inglês Arthur Charles Davy Pain. 


SERENDIBITE


Essa pedra, achada no Sri Lanka (ex-Ceilão), tem uma coloração azul cian e apresenta uma composição bem complexa: cálcio, magnésio, aluminio, silicone e oxígênio. Até o momento existem somente três espécimes lapidadas: de 0,35 quilates; 0,55 quilates e 0,56 quilates respectivamente. As duas primeiras foram descobertas pelo especialista em pedras raras D.P. Gunasekera e adquiridas pelo professor suiço E.J. Gübelin. A maior das três foi vendida por US$ 14,300,00 dolares . O nome dessa linda e raríssima gema – SERENDIBITE - vem do termo árabe arcaico para Sri Lanka – Serendib – numa referência ao lendário Sinbad, o marujo. 


POUDRETTEITE


Descoberta recentemente, no ano 2000, esta pedra raríssima, facetada, com três quilates foi descoberta em Magok, Myanmar (ex-Birmânia) e foi denominada POUDRETTEITE. Em dezembro de 2004 nove gemas semelhantes e de alta qualidade foram encontradas naquele local, inclusive uma em especial: com coloração rosa claro e que após lapidada pesou 9,41 quilates. Elas não têm a dureza suficiente para serem transformadas em anéis (arranham com facilidade) mas são perfeitas para brincos, pins ou pingente se usadas com cuidado. Previamente, no ano de 1987 do século XX, essa pedra era reconhecida apenas como um mineral raro formado por finíssimos cristais incolores. O nome foi dado em homenagem à família Poudrette que operava a pedreira fonte em 1987 em Mont Saint-Hilaire, Quebec , no Canadá. 


GRANDIDIERITE



Igualmente rara a GRANDIDIERITE é uma pedra tricolor emitindo coloração azul, verde e branca sob a luz. Foi denominada em honra do explorador francês e Alfred Grandidier. Primeiramente foi encontrada em Madagascar. A única dessas pedras encontradas no Sri Lanka foi erroneamente confundida com uma serendibite. 


JEREMEJEVITE



Incolor, azul celeste ou amarelo pálido são as colorações da pedra JEREMEJEVITE. As de mais alta qualidade procedem da Namímbia. “In natura” ela surge no formato de pequenos obeliscos de cristal e no passado eram confundidas com a água-marinha. Seu descobridor em 1883, o russo Pavel Jeremejev, deu o nome à pedra. O joalheiro Jehan Fernando detém um exemplar com quase 60 quilates, lapidada em formato oval (foto). 

BERILO VERMELHO



Muito próxima da esmeralda e da água marinha, mas muitíssimo mais rara surge o BERILO VERMELHO descoberto pelo mineralogista Maynard Bixby, em 1904. O BERILO VERMELHO é formado por berilo, alumínio, silicone e oxigênio, e suas diversas colorações, como a maior parte das pedras preciosa, derivam-se da predominância de um ou outro metal. Como as esmeraldas, os berilos vermelhos lapidados, também apresentam veios que tornam cada pedra, única. As minas do berilo vermelho são poucas e pequenas, encontrando-se no estado de Utah (EUA). De difícil extração, o suprimento dessa bonitas pedras é muito restrito e elas não são exploradas comercialmente. Para se ter uma idéia da sua raridade e valor, de acordo com algumas publicações especializadas estimam que o rubi tenham oito mil vezes mais locais de extração. Mesmo avaliada entre dois mil e dez mil dólares por quilate, muitos experts consideram que o preço do berilo vermelho é subestimado. Vale muito mais. 


TAAFFEITE e MUSGRAVITE


De coloração malva à púrpura ou vermelha, a TAAFFEITE foi descoberta pelo gemologista irlandês-alemão Richard Taaffe, daí o seu nome, no Sri Lanka em 1945 dentro de uma caixa de espinelas. Chamou a atenção de Taaffe pois a pedra apresentava dupla refração o que não é uma característica do espinel. As taaffeitas atualmente existentes no mundo, encheriam apenas meia xícara de chá. As de cor vermelha não chegam a dez unidades. A maior taaffeita conhecida pesa 9,31 quilates. Literalmente um milhão de vezes mais raras do que diamantes, os preços das de coloração incolor a malva situa-se entre US$ 500,00 a 4.000,00 o quilate. O que as torna acessíveis, apesar de sua raridade e beleza. Existe uma outra espécie quimicamente e óticamente similar à Taaffeita: MUSGRAVITE, que vem a ser ainda mais rara. As musgravitas adequadas à lapidação foram registradas em 1993 e até 2005 só existiam oito exemplares no mundo, todos identificados por Murray Burford. Sua descoberta aconteceu em 1967 em Musgrave Range, na Austrália. Desde então exemplares foram encontrados na Groênladia, Madagascar e até na Antárdica. Não raros pedras tidas como Taaffeitas por seus donos são, na verdade, musgravitas. Somente o espectroscópio Micro-Raman, que utiliza um laser verde pode com facilidade distinguir as duas. 


BENITOITE


A BENITOITE é encontrada apenas no condado de San Benito, na Califórnia. De um azul profundo, essa pedra tem uma difusão de luz semelhante a do diamante e sob a luz Ultra-Violeta torna=se fosforescente emitindo uma tonalidade mais clara de azul. A maior benitoita lapidada que se tem notícia pesa 15.42 quilates, mas essas pedras acima de um quilate são raras. 

Em 1974 uma benitoita perfeita, lapidade em forma de pera e pesando 6.52 quilates foi furtada no aeroporto de Zurich e jamais achada. Em 1985 a BENITOITE foi declarada a pedra preciosa oficial do Estado da Califórnia. 


A ETERNIDADE DOS DIAMANTES 
Vamos sonhar um pouco e imaginar que você tenha sido o primeiro ser humano a testemunhar a erupção de uma mina de kimberlite. Além do barulho ensurdecedor você veria um disparo de géiser no céu e uma chuva de areia e pedras sobre a área. Entre as pedras, fragmentos lembrando vidro ou sejam: diamantes. Embora um evento desses tenha acontecido há pelo menos 10 milhões de anos, DIAMANTES, em geral, não são assim tão raros. A produção anual de diamantes de boa qualidade atinge atualmente 60 milhões de quilates, equivalente a doze toneladas métricas. 

Mas os diamantes coloridos, chamados de “fancies” (fantasias) são genuinamente escassos. Apenas um quilate entre dez mil é de um diamante colorido. E as tonalidades incluem amarelo, verde, azul, laranja, amarronzado (champanhe), púrpura, cinza e negro (originários de meteoritos), leitoso, rosa e vermelho. Os vermelhos são, disparados os mais raros. Só existem 35 diamantes reconhecidos como vermelhos e a maioria pesando menos de meio quilate. O maior deles é o Vermelho Mussaieff, com 5.11 quilates, lapidado de uma pedra bruta encontrada por um fazendeiro brasileiro e desde 2003 exibido no Smithsonian Museum. 

O preço por quilate de um diamante vermelho varia de US$ 800 mil a quase dois milhões de dólares o que o torna a menor formato concentrado de riqueza do mundo. Na maioria das vezes, o diamante vermelho é inacessível para venda por mais alta que seja a oferta. Há notícias de que em 2002 foi descoberta uma mina na região de Lepesk, na Rússia... Vamos aguardar e quem sabe, adquirir essa beleza rara? 


VOCÊ SABIA? 


Foi a jovem Maria, duquesa de Borgonha, (também conhecida como Maria, a Rica), a primeira mulher a ganhar um anel de diamante como presente de noivado do galante arquiduque austríaco Maximiliano? Estamos falando do ano de 1577... 

domingo, 3 de junho de 2012

La Gemme no 19º Salão de Artes da Hebraica


LA GEMME marcará presença no 19º Salão de Artes de São Paulo, que se realiza este ano do dia 20 a 26 de agosto no Clube Hebraica (São Paulo), sob a curadoria de Vera Chaddad. Considerado um dos maiores e mais tradicionais eventos de Arte da América Latina, o Salão de Artes apresenta um mix de joalherias, decoradores, galerias, antiquários, peças e papéis raros, gravuras, livros raros e obras de artes plásticas modernas econtemporâneas. Esse ano a decoração do Salão será em tecido e madeira para diferenciar dos ambientes, em geral brancos, dos estabelecimentos comerciais e para que os visitantes se sintam mais à vontade para entrar e sair dos estandes.

A LA GEMME terá um estande diferenciado onde estarão expostas peças raras e exclusivas, de alta joalheria. Estaremos aguardando sua visita. Sem falta !

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Bichos em Alta


A La Gemme está buscando adquirir peças do ourives português, LUIZ FERREIRA, lendário por suas criações de bichos em prata mesclado com outros materiais e pedras preciosas. Sobretudo confeccionados na década de 1960.


Como esse gafanhoto em prata, granada e quartzo ou essa simpática tartaruga em prata e granada com o casco elaborado em diferentes tipos de madeira? Será que você não teria alguma dessas peças?

terça-feira, 29 de maio de 2012

Promoção para os apaixonados



Durante todo o mês de junho a LA GEMME dará 15% de desconto na compra de qualquer jóia, para os casais que vierem juntos à sua loja. Apaixonado (a) sozinho (a) que comparecer à LA GEMME e adquirir uma joia para presentear o ser amado, ganha 10% de desconto. Imperdível! Lembre-se: durante todo o mês de junho. O seu amor bem merece esse presente !

A LOJA ABRIRA NO FERIADO DIA 7 DE JUNHO

(La Gemme - Avenida Atlântica, 1602 - Copacabana, Rio de Janeiro - RJ, - Telf.: (21) 2541-3192)

sábado, 14 de abril de 2012

O auge da joalheria Art Déco






Olá Amigos! Nestes novos posts a conversa é sobre o que define uma joia “Art Déco”. Como reconhecê-la? Em que décadas esse estilo de joalheria atingiu o seu auge? Como surgiu o movimento depois reconhecido como Art Déco? Quem sabe você não tem uma joia com as características que vou descrever guardada em alguma caixinha ou cofre? Vale a pena conhecer o valor de uma joia bastante artística do período Art Déco. Ela pode representar a realização de um sonho que você há muito tem vontade de realizar. Vamos lá.




Como reconhecer uma jóia Art Déco


As décadas de 1920 e 1930 marca o auge da joalheria com inspiração nas figuras da Antiguidade e do Oriente formando um belo contraste com as formas geométricas e materiais inovadores. Os matérias diversificaram-se permitindo a criação de peças mesclando os preciosos metais platina e outro com pedras opacas e com o coral, jade, ônix e lápis lazuli. Rubis eram encravados sobre uma transgressora base de plástico. Os motivos figurativos que inspiuraram os grandes joalheiros e estilistas dessa época surgiam da Grécia, do Egito, das tribos africanas, do Oriente e da era pré-colombiana formando um ousado e instigante contraste com as formas rigorosamente geométricas da estrutura das Joias, influenciadas pelos movimentos Cubista e Futurista das Artes Plásticas e da Arquitetura.






Os grandes mestres franceses das joias Art Déco


As pressões sociais e econômicas que sucedera a Primeira Guerra (1914-1918) trouxeram o anseio por formas mais clean, materiais inovadores e menos caros para a confecção de joias e em outras manifestações artísticas e industriais. Vivia-se a época das melindrosas, a Era do Jazz e também o boom da produção em massa de bens de consumo. A Art Déco teve o seu auge, portanto, nas décadas de 20 e trinta do século XX e sua proposta espalhou-se pelos principais centros culturais e produtivos do mundo. Paris era a cidade catalizadora. Nada mais natural que também fossem franceses os mais significativos joalheiros cujas criações identificavam-se com a Art Déco: Maison Cartier, Boucheron, Maubusson, Chaumet, Van Cleef, para citar alguns.




René Lalique , criou preciosas jóias de vidro


O grande ourives francês René Lalique criou, de forma pioneira, joias de vidro (principalmente pingentes e broches) com românticos desenhos inspirados na Natureza. Famosos são os seus broches em baquelite, que tão bem caracterizam as joias do período Art Déco.







Afinal, o que é a Art Déco?

Art Déco é, convencionalmente, o movimento que influenciou as artes, a indústria em suas diferentes manifestações durante o período de 1912 a 1939, Ana que marca o início da Segunda Guerra. Ela surgiu como uma reação ao estilo Art Nouveau e Paris foi, novamente, a grande lançadora das tendências daqueles novos tempos. Tanto assim que, em 1925, o movimento foi “oficialmente” batizado Art Déco a partir da “Exposição das Artes Decorativas e Industriais Modernas” realizadas na capital francesa. Voilà!

Tomara que com esses posts tenha ficado mais fácil você dar uma espiada “naquela” caixinha secreta e identificar se é feliz proprietário ou a feliz proprietária de uma jóia verdadeiramente Art Déco.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Urgente - Atenção Gaúchos: 25ª Avaliação Internacional de Joias

Nos dias 20 e 21 de março próximo, eu, Luca Rossi, estarei participando da 25ª AVALIAÇÃO INTERNACIONAL DE JÓIAS, sempre numa parceria com a Masson. O evento acontece pela PRIMEIRA VEZ no Shopping Iguatemi. Vocês podem contar com a experiência de quem tem ampla atuação internacional. Sou membro das Bolsas de Diamantes de Nova York e Antuérpia. Basta agendar com antecedência a avaliação de suas jóias e diamante pelo telefone (51) 3334-5353, a partir das 10h. Será um prazer conhecê-los ou rever meus habituais amigos. Sempre com a mesma discrição e exclusividade. Aguardo vocês !

Mais informações? Pelo e-mail: avaliacao@masson.com.br

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Curiosidades



Artista que se preza já teve pelo menos, uma vez, suas jóias roubadas. Sofia Loren, por exemplo, foi surpreendida na cama, por ladrões que pretendiam reunir o útil ao agradável. Liz Taylor quando usava seu famoso diamante de 69 quilates, levava um detetive à tiracolo. Mas o maior roubo que se tem notícia envolveu somente uma troca de turbantes e um diamante de nada menos do que 800 quilates. Por volta do ano 1600, Nadir Xá (da Pérsia, é claro) invadiu e conquistou a Índia então sob domínio dos mongóis. 

O objetivo da invasão era a busca do diamante Kor-I-Noor (Montanha de Luz). Os dias se passavam e os invasores não conseguiam descobrir onde estava o diamante. Mas nada como uma concubina de um imperador mongol (ou de qualquer “imperador”) com dor-de-cotovelo. A moça contou ao Xá que a pedra estava escondida no turbante do soberano vencido. 

O Xá ofereceu, então, um banquete durante o qual propôs ao imperador mongol trocarem de turbantes (sinal de cortesia ,paz e amizade entre os orientais, na época). E lá se foi o Koh-I-Noor que acabou repousando, séculos depois, na coroa da Rainha Mãe da Inglaterra.

25ª Avaliação Internacional de Joias acontece em março, em novo local !


Olá amigo cliente gaúcho! Nos dias 20 e 21 de março, pela primeira vez no Shopping Iguatemi (1º piso), em parceria com a Casa Masson, estarei participando da 25ª Avaliação Internacional de Jóias. Como sempre, com a maior discrição, de forma personalizada e exclusiva, eu estarei avaliando e realizando possíveis compras de jóias antigas e diamantes. Por favor, faça seu agendamento prévio pelo telefone (51) 3334-5353, a partir das 10h ou pelo email avaliacao@masson.com.br Aguardo você lá no Shopping Iguatemi!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Avaliação


Eu estarei sempre ao seu dispor para avaliar sem compromisso e sem ônus suas jóias antigas e diamantes. De forma discreta e personalizada. Basta agendar. Pelos telefones 0800-7013557 / (21) 8143-4201 / (21) 2541-3192. Muitas vezes é lá do fundo do baú que surgem maravilhas insuspeitadas.  

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Como reconhecer o valor de um diamante?




Um avaliador com experiência internacional considera os já célebres quatro “C” em inglês:

Cut (formato da lapidação – brilhante, navette, baguette, oval), Colour (cor), Clarity (pureza) e Carat (quilate – a medida de peso para pedras preciosas. Um quilate corresponde a um quinto de grama). A partir dessas informações básicas entram a sua expertise (época, grife, raridade no formato, e outros fatores que só um especialista reconhece). 

Para se ter uma idéia os diamantes mais valorizados são os brancos azulados, claros como água, sem impurezas e bastante raros.  Mas as pedras surgem em 23 tonalidades. As oito primeiras são tão semelhantes aos branco azulados que só o olhar de um profissional experiente poderá diferenciar. O preço cai em cada uma dessas oito colorações magníficas, imaginem! Existem diamantes coloridos (azul-safira, preto e amarelo canário) e belíssimos e raros, são os diamantes com uma leve pitada de rosa. E o mais incrível: não existe na Natureza diamante algum idêntico a outro. Cada diamante é único. 

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Vida longa às pérolas


Dizem que até mesmo ela, a Rainha Elizabeth II da Inglaterra procura não usar tão frequentemente suas jóias com pérolas para prolongar ao máximo a vida dessas maravilhas. No entanto as pérolas devem e podem ser usadas nas grandes ocasiões ou mesmo com alguma constância desde que limpas e guardadas da forma apropriada. E qual seria essa forma? Pois bem. Vamos lá. 

  • Utilizar somente os tecidos seda ou lã bem suave, que por sua maciez e por não deixarem resíduos são benéficos às pérolas. Ao contrário, por exemplo, do algodão, que contém acidez e solta fibras. 
  • Jamais guardar as pérolas acondicionadas em sacos plásticos. Essa substância ocasiona o ressecamento das pérolas que contém água entre seus componentes! 
  • O correto é cada vez após o uso de um colar, pulseira, brincos, broches, enfim qualquer jóia que tenha pérolas naturais (conhecidas como “verdadeiras”), passar sempre um paninho seco, feito de lã ou seda (vale repetir), para remover possíveis resquícios de ácido úrico (decorrente do suor humano), perfume ou outras substâncias que possam agredir sua beleza ou deteriorá-las. 
  • Em seguida, guardá-las em saquinhos sempre feitos de seda ou lãzinha. Dessa beleza e magia. 

Eu conheço ainda outro método perfeito para conservar as pérolas... Mas, por enquanto, é segredo da minha família!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Alô, alô Porto Alegre - Urgente!



Em meados de março estarei em Porto Alegre promovendo um evento de avaliação, com a habitual discrição e de forma personalizada, em parceria com a Casa Masson. Os agendamentos podem ser feitos pelo telefone (51) 3334-5353 ou pelo email avaliacao@masson.com.br.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Partilha de joias com sabedoria



É um momento delicado. Os familiares próximos ainda estão abalados.  Ou então alguém que possua muitas jóias deseje partilhá-las entre  filhos, netos, sobrinhos. Em geral se pensa: “esse meu colar tem muitos diamantes” (esmeraldas, água-marinha, rubis, que pedra preciosa seja). “Vou mandar desmanchá-lo e dar uma pedra para cada filho  (ou neta ou neto, ou irmã), mesmo sendo um colar tão antigo”.  Não façam e nem deixem ninguém da família fazer algo similar. Uma jóia perde imediatamente seu valor . E perde mais ainda o valor se for uma peça assinada por uma grande casa joalheira . Uma jóia antiga, com destaque para as criações art déco, tem seu valor diminuído ao serem avaliadas se tiverem sido modificadas ou tenham passado por reforma numa tentativa de “modernização”. Aconselho a todos que façam sempre, primeiro, uma avaliação da peça inteira e depois decidam o que fazer com o valor alcançado. 

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Como surgiram os fragmentos da eternidade?




Os interessados sabem que diamantes são puros cristais de carbono. Mas como surgiram há cerca de 70 milhões de anos na superfície do então jovem planeta chamado Terra? Em torno dessa época, átomos de carbono começaram a cristalizar-se a 200 mil metros de profundidade sob a ação de elevadíssima temperatura e pressão. Nasciam os diamantes. Explosões subterrâneas fizeram com que atingissem à superfície da Terra por meio de chaminés vulcânicas. Lá eles permaneceram ao sabor da erosão. A erosão, por sua vez, de maneira tipicamente feminina, distribuiu esses cristais de carbono com mais generosidade aos continentes da sua preferência.

Somente 800 a.C os indianos, atraídos talvez pelo brilho incomum daqueles pedaços de rocha, encontraram os primeiros diamantes em aluviões na região de Golconda. Batizaram-nos “fragmentos da eternidade”, pois cedo perceberam sua extrema dureza (só um diamante corta outro) e infinda durabilidade. Os antigos livros de magia negra atribuíam à pedra poderes de força e coragem quando usada do lado do coração. O diamante logo tornou-se conhecido de outros povos da Antiguidade e, posteriormente, chegou à Grécia e à Roma. Os gregos denominaram a pedra de “adamas”. Invencível.  E assim os diamantes permanecem até hoje: invencíveis em raridade, dureza, valor e beleza.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

In natura & os pioneiros da lapidação dos diamantes




Os diamantes foram usados “in natura” para enfeitar tronos, coroas e espadas até o final do século XIV. Por serem raros, eram símbolos de poder, riqueza e amor só sendo dignos de soberanos.  Acredita-se que foram os venezianos os primeiros a “lapidar” a pedra, despertando o seu “fogo adormecido”. Agnès Sorel, cortesã e amante de Charles IV, da França, foi uma das primeiras mulheres a exibir um colar de diamantes.

Acompanhe nosso blog, porque a História dos diamantes vai continuar . O Brasil chegou a ocupar por mais de um século o posto de primeiro lugar no mundo como produtor de diamantes...